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Hospedagem:
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Via-Sacra dos Inocentes
Esta Via-Sacra foi composta por Richard
Thaimann e, no Brasil, é divulgada pelo Movimento GBM, de Rancho
Queimado, em Santa Catarina.
Existem muitos enganos propagados pelos adeptos
do aborto e é preciso esclarecer muito bem as pessoas que se decidem
por praticá-lo.
Um desses enganos é dizer que a mãe nada
sofre após fazer um aborto. Nos Estados Unidos, um outdoor ao lado
de uma estrada dizia: «ABORTO = uma criança morta e uma mãe
ferida». As conseqüências para a mãe são físicas,
morais e emocionais. As pessoas tentam fazer com que a mulher que
abortou "esqueça" o que aconteceu, como se nada fosse.
O sofrimento das mulheres que já abortaram é muito grande, pois
fica sufocado pelo silêncio. Silêncio por parte de quem a incentivou ou a levou a isso.
Essas mães não precisam de nosso julgamento, mas de nosso perdão,
de nossas orações, de nosso carinho e de orientação. (Ver mensagem
do Papa às mães que já abortaram.)
Outro engano, muito comum, é fazer com
que a mãe aceite praticar o aborto dizendo que o que ela carrega
em seu ventre não é gente ainda. Quantas mulheres se desesperaram
ao ver os pequenos membros de seu filho abortado -- pois não imaginavam
como acontece seu desenvolvimento. Pensavam ser apenas um amontoado
de células disformes, mas já era uma pessoa completa: olhos, coração,
cérebro, braços... E vivo, uma pessoa viva, com uma alma imortal infundida por
Deus, desde o momento da concepção.
Meditemos com esta Via-Sacra, que está
começando a ser ilustrada com fotos reais da gestação humana.
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O
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