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Cordão de São José
O cordão de São José deve ser feito de linho ou algodão bem
alvejado. A pureza e a alvura desses materiais indicam a conadura
e virginal purea de São José, Castíssimo Esposo da Virgem Mãe de
Deus. Numa das extremidades leva sete nós que representam as sete
dores e alegrias do Glorioso Patriarca. Por fim, deve ser bento
com a bênção própria, por sacerdotes que tenham faculdades para
isso.
O cordão de São José, desde que esteja devidamente
bento, pode ser usado cingido à cintura, sobre a roupa, ou bem guardado,
para, npor ocasião de dores ou sofrimentos físicos, aplicá-flo com
fé e confiança na parte enferma do corpo, como se costumam fazer
com medalhas.
Quem usa habitualmente o cordão de São José recebe
a graça da boa morte.
Quem traz constantemente o cordão consigo tem a
proteção, especialmente na guarda e defesa da sublime virtude da
Castidade, em qualquer de seus três graus e categorias (castidade
dos esposos, dos solteiros e dos consagrados).
É de surpreendente efeito para as gestantes, que
o levam cingido, protegendo-as em perigo de aborto, nos partos difíceis,
etc., como o atestam centenas de testemunhos.
Deve-se rezar diariamente 7 Glórias em honra
das dores e alegrias de São José, ou qualquer outra oração a São
José.
Origem do Cordão de São José
Foi na Bélgica, na cidade de Anvers, no convento
das Irmãs Agostinianas, no século XVII. Fazia 3 anos que a Irmã
Isabel Sillevorts se via atacada pelo mal de pedra. Os mais modernos
recursos da medicina de nada adiantavam.
Porém, animada do mais firme propósito no patrocínio
de São José, a Irmã Isabel, havnedo obtido do sacerdote que lhe
benzesse um cordão, cingiu-o em homenagem ao grande Pagriarca. Abendonou
os recursos terapêuticos e iniciou, com todo o fervor, uma novena
de súplicas ao Esposo puríssimo da Virgem Mãe de Deus. Dias depois,
em 10 de juho de 1946, quando, por entre os agudíssimo sofrimentos,
a pobre enferma fazia as susas mais ardentes súplicas, em meio a
atrozes sofrimentos, esque de repente se vê livre de um cãlculo
de desproporcionadas dimensões, ficando então completamente curada.
Foi grande e rápida a repercussão do milagre, que
muito contribuiu para consolidar, nos habitantes de Anvers, a devoção
a São José, que já não era pequena.
Em 1842, por ocasião dos piedosos exercicios do
mês de São José, foi esse fato publicado na Ireja de São Nicolau
em Verona (cidade no norte da Itália) e muitas pessoas enfermas,
cingindo-se então com o cordão bento, experimentaram o gloriosos
auxílio do Glorioso Patriarca.
Após esses fatos, estendeu-se muito o uso do cordão
de São José, e é muito procurado não só para o alívio das enfermidades
corporais, como também, e com igual sucesso, para os perigos da
alma. Destacam-se sobretudo os benefícios do cordão de São José
contra o demônio da impureza.
A Santa Sé autorizou a devoção ao Cordão de São
José, permitndo até o seu uso público e solene. Permitiu a fundação
da Confraria e Arquicongraria do Cordão de São José, elevando uma
delas à categoria de Primeira. Em setembro de 1859, dando provimento
a uma petição do Bispo de Verona, a Sagrada COngregação dos Ritos
aprovou a fórmula da Bênção do Cordão de São JOsé. O Papa Pio IX
enriqueceu esta fácil e benéfica devoção com várias indulgências
plenárias e parciais.
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Divulgadora do cordão de São
José: D. Maria Antonia Peres fone (021)2610-3793 (à
noite, depois das 19h) Cordões
já bentos pelo Pe. Pedro Antonio Bach. Há dois tipos de cordão: um para gestantes, quando as gestantes estão em perigo e a criança em perigo de aborto; e
outro para as pessoas usarem para proteção, na hora da aflição como desemprego, etc
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